Talvez ele não fosse assim tão bom…
Talvez ele não fosse assim tão verdadeiro…
Talvez ele não fosse assim tão grande…
Talvez ele não fosse assim tão forte…
Talvez ele não fosse assim tão misterioso…
Talvez ele não fosse assim tão perfeito…
Talvez ele não fosse assim tão puro…
Talvez ele não fosse assim tão “homem”…
Talvez ele não fosse, assim, merecedor de tanto…
Talvez ele não fosse, assim, merecedor de tão pouco…
Talvez ele não fosse assim tão importante…
Talvez ele não fosse tanto aquela excepção…
Talvez ele não valesse assim tanto…
Talvez ele não me quisesse assim tanto …
Talvez eu não o quisesse assim tanto …
Talvez ele não fosse assim tão…
Talvez…
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Isto é para todos aqueles a quem tenho o privilégio de chamar de amigos…
Para aqueles com quem convivo todos os dias, para aqueles com quem cresci e para os que a vida não deixou que continuassem por perto;
Para aqueles que me fazem sorrir e para os que me fazem chorar;
Para aqueles que preocupo e para os que me preocupam;
Para a minha garotada e para aqueles cuja garotada sou eu;
Para aqueles que correm para mim no meio da rua e para os que nunca vêm quando lhes aceno; (estes dois, mal leram isto souberam logo que esta era a parte que lhes correspondia! risos)
Adoro cada um de vocês pela vossa maneira, mas à minha maneira!
ps: não, isto não é mais uma daquelas mensagens feitas. Cada uma destas frases foi escrita a pensar numa pessoa, ou grupo de pessoas em particular, que fazem parte da minha vida.
Para aqueles que me fazem sorrir e para os que me fazem chorar;
Para aqueles que preocupo e para os que me preocupam;
Para a minha garotada e para aqueles cuja garotada sou eu;
Para aqueles que correm para mim no meio da rua e para os que nunca vêm quando lhes aceno; (estes dois, mal leram isto souberam logo que esta era a parte que lhes correspondia! risos)
Adoro cada um de vocês pela vossa maneira, mas à minha maneira!
ps: não, isto não é mais uma daquelas mensagens feitas. Cada uma destas frases foi escrita a pensar numa pessoa, ou grupo de pessoas em particular, que fazem parte da minha vida.
Que dia foi este?
Hoje levantei-me bem-disposta! Estava Sol, não havia vento, o tempo estava ameno. (O que é estranho por estas bandas!)
Tinha o dia todo estruturado na minha cabeça… De manhã aulinhas. Á tarde trabalhinho de APR e depois ir fazer uma visitinha àquele típico amigo que antes víamos todos os dias, mas que agora já não vemos. É bom não esquecer as pessoas, especialmente se estas tiverem uma personalidade como a deste meu amigo! Às vezes gostava de ser um bocadinho como ele…
Atrevo-me a dizer que sou o protótipo das pessoas com quem convivi até hoje, boas e más… Todas elas me marcaram, cada uma à sua maneira.
De manhã as aulas passaram a correr! É bom sinal! Á tarde é que foram elas! Era suposto ficar na escola á espera de umas meninas… Eu estive lá, porém estas meninas decidiram não aparecer porque uma delas se embebedou! Sem comentários… Não! Vou ter de comentar… Mas em que raio de mundo vive esta gente?! Sabem que têm compromissos e embebedam-se?! E quando confrontadas com a realidade dizem que nós somos injustas! Mas… Onde têm a cabeça? Ou para que querem a cabeça? Isto é um projecto para a escola, porém eu e os meus colegas estamos empenhados nisto com toda a nossa alma. E vêm estas pessoazinhas desfazer no que nós fazemos… Pois… Isto para mim tem um nome, mas nem vale a pena… Os “entendidos” dizem que a vida é mesmo assim.
Porém, ao final da tarde o meu dia recompôs-se, ligeiramente, andei um pouco a pé e em boa companhia, o que é sempre bom para “arejar as ideias” e fui fazer a tal visitinha de que tinha falado anteriormente.
E depois deste estranho dia, de altos e baixos, aqui estou eu, sentada na minha cama, relaxadamente, mas com uma dor de cabeça, também ela estranha tal como o meu dia, uma vez que teima em não desaparecer, (sim, as minhas dores aparecem e desaparecem assim… não é fantástico?) a escrever, resumidamente, sobre o meu dia que hoje mais parecia um carrossel.
Tinha o dia todo estruturado na minha cabeça… De manhã aulinhas. Á tarde trabalhinho de APR e depois ir fazer uma visitinha àquele típico amigo que antes víamos todos os dias, mas que agora já não vemos. É bom não esquecer as pessoas, especialmente se estas tiverem uma personalidade como a deste meu amigo! Às vezes gostava de ser um bocadinho como ele…
Atrevo-me a dizer que sou o protótipo das pessoas com quem convivi até hoje, boas e más… Todas elas me marcaram, cada uma à sua maneira.
De manhã as aulas passaram a correr! É bom sinal! Á tarde é que foram elas! Era suposto ficar na escola á espera de umas meninas… Eu estive lá, porém estas meninas decidiram não aparecer porque uma delas se embebedou! Sem comentários… Não! Vou ter de comentar… Mas em que raio de mundo vive esta gente?! Sabem que têm compromissos e embebedam-se?! E quando confrontadas com a realidade dizem que nós somos injustas! Mas… Onde têm a cabeça? Ou para que querem a cabeça? Isto é um projecto para a escola, porém eu e os meus colegas estamos empenhados nisto com toda a nossa alma. E vêm estas pessoazinhas desfazer no que nós fazemos… Pois… Isto para mim tem um nome, mas nem vale a pena… Os “entendidos” dizem que a vida é mesmo assim.
Porém, ao final da tarde o meu dia recompôs-se, ligeiramente, andei um pouco a pé e em boa companhia, o que é sempre bom para “arejar as ideias” e fui fazer a tal visitinha de que tinha falado anteriormente.
E depois deste estranho dia, de altos e baixos, aqui estou eu, sentada na minha cama, relaxadamente, mas com uma dor de cabeça, também ela estranha tal como o meu dia, uma vez que teima em não desaparecer, (sim, as minhas dores aparecem e desaparecem assim… não é fantástico?) a escrever, resumidamente, sobre o meu dia que hoje mais parecia um carrossel.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Balde de água fria...
O céu era azul, nem que estivesse a “chover a potes” ; os campos eram verdes, nem que na semana anterior tivesse deflagrado um incêndio nesse mesmo sítio e a brisa era suave, mesmo que os telhados das casas voassem…
Sabem quando tudo aparenta estar bem?! … Quando está tudo tão bem que até parece que o que está mal, ou menos bem, desaparece com subtileza, como um balão no ar… Eu estava assim… até alguém decidir “espetar-me com um balde de água fria em cima”.
Aparentemente desinteressado de tudo o que era carnal, (o que não é normal e por isso opto por dizer aparentemente!), dava-me a mão, sorria e encostava a cabeça dele na minha, como quem quisesse refugiar-se em mim e dar-me refugio do mundo inteiro. E lá me ia fazendo pensar que seria desta que teria encontrado aquele alguém…mas não foi! Este alguém decidiu, recentemente, não ser o meu alguém para passar a ser o alguém de outro alguém.
E que posso eu fazer? Chorar está fora de questão! Lutar? Hum, também não me parece. Não sou apologista de mandar dar uma sova ao novo alguém do meu ex-alguém ou no próprio ex-alguém…e como não penso que o problema esteja em mim, também não vou andar a choramingar que volte para mim.
Tento fingir que isto não me afectou, tento parecer estar como tenho estado até então. Feliz e a fazer gracinhas até com as pedras da calçada! Não quero que se preocupem comigo e além disso tenho plena noção de que isto não é o fim do mundo. Porém, quando estou sozinha lá vem aquela nuvem que me impede de ver e sentir a luz do Sol…
Sabem quando tudo aparenta estar bem?! … Quando está tudo tão bem que até parece que o que está mal, ou menos bem, desaparece com subtileza, como um balão no ar… Eu estava assim… até alguém decidir “espetar-me com um balde de água fria em cima”.
Aparentemente desinteressado de tudo o que era carnal, (o que não é normal e por isso opto por dizer aparentemente!), dava-me a mão, sorria e encostava a cabeça dele na minha, como quem quisesse refugiar-se em mim e dar-me refugio do mundo inteiro. E lá me ia fazendo pensar que seria desta que teria encontrado aquele alguém…mas não foi! Este alguém decidiu, recentemente, não ser o meu alguém para passar a ser o alguém de outro alguém.
E que posso eu fazer? Chorar está fora de questão! Lutar? Hum, também não me parece. Não sou apologista de mandar dar uma sova ao novo alguém do meu ex-alguém ou no próprio ex-alguém…e como não penso que o problema esteja em mim, também não vou andar a choramingar que volte para mim.
Tento fingir que isto não me afectou, tento parecer estar como tenho estado até então. Feliz e a fazer gracinhas até com as pedras da calçada! Não quero que se preocupem comigo e além disso tenho plena noção de que isto não é o fim do mundo. Porém, quando estou sozinha lá vem aquela nuvem que me impede de ver e sentir a luz do Sol…
terça-feira, 16 de novembro de 2010
…aos meus amigos, em especial aos meus Ofanós, (sim, com acento no “O”!) à menina dos óculos de Sol e àquela pessoa com a inata capacidade de colocar um “U”no meio de todas as palavras, que tanto me tem aturado! (…aquelas lições de “Sandrues&Ritues”p´ra totós!) xD
Costumo dizer que “tenho uma maneira esquisita de demonstrar ás pessoas que gosto delas!” e é verdade…tenho mesmo! Não gosto de estar sempre a dizer “gosto de ti”! Penso que é daquelas coisas que uma vez ditas muitas vezes perdem a verdadeiro sentido…
Contudo, sei que às vezes fica algo por dizer…talvez seja mesmo o “gosto de ti”! Porém, acho que nunca cheguei a perder alguém por isso… Sorte a minha!
De qualquer modo antes de tudo acabar, antes de tudo começar aqui fica o meu “GOSTO DE VÓS!”
…
Acho que não há nada que eu preze mais na vida (estes 17 anos a que chamo de vida!) do que a estima que tenho pelos meus amigos… São-me tudo! (Sois-me tudo!) Mas, correcção, não são uns amigos quaisquer… são “aqueles” amigos! Aqueles que me fazem sorrir… apenas por… apenas por tudo aquilo que “me são”. Tudo aquilo que me são e que nunca se esforçaram para “me ser”! Talvez seja isso mesmo que me fascina neles…
Costumo dizer que “tenho uma maneira esquisita de demonstrar ás pessoas que gosto delas!” e é verdade…tenho mesmo! Não gosto de estar sempre a dizer “gosto de ti”! Penso que é daquelas coisas que uma vez ditas muitas vezes perdem a verdadeiro sentido…
Contudo, sei que às vezes fica algo por dizer…talvez seja mesmo o “gosto de ti”! Porém, acho que nunca cheguei a perder alguém por isso… Sorte a minha!
De qualquer modo antes de tudo acabar, antes de tudo começar aqui fica o meu “GOSTO DE VÓS!”
…
Acho que não há nada que eu preze mais na vida (estes 17 anos a que chamo de vida!) do que a estima que tenho pelos meus amigos… São-me tudo! (Sois-me tudo!) Mas, correcção, não são uns amigos quaisquer… são “aqueles” amigos! Aqueles que me fazem sorrir… apenas por… apenas por tudo aquilo que “me são”. Tudo aquilo que me são e que nunca se esforçaram para “me ser”! Talvez seja isso mesmo que me fascina neles…
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
O motivo pelo qual este blog se chama Género de Coisas :)
Terça, 13 de Julho de 2010
18h02
Estou a ficar desanimada, pasmada, chata, nem me consigo aturar a mim mesma…imagino o esforço que as pessoas à minha volta têm de fazer para me aturar! (risos)
Acho que estou a deixar que esta questão interfira com o meu dia-a-dia. Mas que posso eu fazer para evitar isso?
Podia tentar distrair-me, mas durante as férias, por incrível que pareça, nunca há nada que me desperte realmente a atenção de modo a que fique tão envolvida nela que me esqueça deste género de coisas…
“Género de coisas…” chamei-o “género de coisas”!!! (risos)
É um “género de coisas” que parece consumir toda a minha atenção e energia como se na minha vida a única coisa importante fosse o “género de coisas”.
Podia chama-lo assim, Género de Coisas! (risos) Não é que não pudesse referir o nome dele, até é um nome bem usual, mas acho que não vale a pena estar a expor nomes aqui.
Género de coisas remete para algo abrangente e talvez por isso, também, pouco importante, mas digo-vos, sinceramente, que este estranho amor de pouco importante não tem nada.
18h02
Estou a ficar desanimada, pasmada, chata, nem me consigo aturar a mim mesma…imagino o esforço que as pessoas à minha volta têm de fazer para me aturar! (risos)
Acho que estou a deixar que esta questão interfira com o meu dia-a-dia. Mas que posso eu fazer para evitar isso?
Podia tentar distrair-me, mas durante as férias, por incrível que pareça, nunca há nada que me desperte realmente a atenção de modo a que fique tão envolvida nela que me esqueça deste género de coisas…
“Género de coisas…” chamei-o “género de coisas”!!! (risos)
É um “género de coisas” que parece consumir toda a minha atenção e energia como se na minha vida a única coisa importante fosse o “género de coisas”.
Podia chama-lo assim, Género de Coisas! (risos) Não é que não pudesse referir o nome dele, até é um nome bem usual, mas acho que não vale a pena estar a expor nomes aqui.
Género de coisas remete para algo abrangente e talvez por isso, também, pouco importante, mas digo-vos, sinceramente, que este estranho amor de pouco importante não tem nada.
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